12 fevereiro 2007

O sismo

Diz-se que hoje houve um sismo. Terá mesmo havido? Ou anda tudo a ficar paranóico com isto do Aborto?
Na televisão (obviamente, exclui TVI) uma senhora disse que “estava na casa de banho quando tudo aconteceu” e que, pelo que a filha tinha aprendido na escola “tinha de se por debaixo duma mesa” e por fim desabafou que “não podia morrer na casa de banho”. Realmente, morrer na casa de banho? Meu Deus! O que é que as pessoas iam pensar? Ainda se fosse na cozinha, ou no quarto, agora na casa de banho... Está-se mesmo a ver a vizinha do lado a dizer “lá estava ela na casa de banho. Nós aqui a levarmos com um sismo e ela na casa de banho. É uma badalhoca!”. Depois diz um senhor que “estava em casa” e viu “o chão a fugir”. Mas que mal é que ele terá feito ao chão, para este começar a fugir? Estes empreiteiros já nem o chão educam como antigamente. E depois os inquilinos é que sofrem. Por fim, ainda houve uma senhora que disse: “não senti, foi na hora em que abri a gaveta dos talheres e estava a mexer nos talheres”. É o que dá o sismo não fazer marcação. Aparece sem dizer nada a ninguém, e apanha as pessoas desprevenidas. Desde quando é que a hora em que uma senhora está a mexer nos talheres é hora para um sismo aparecer? Nunca! Estes Abortos, realmente...

10 fevereiro 2007

Como eu adoro Portugal

Hoje vi “jornal das 24” da Sic Noticias entre as 00h13 e as 00h16. Parece pouco tempo? Mas não foi. Nestes 4 minutos (minuto 13, 14, 15, 16: são mesmo 4) consegui ver o final duma noticia sobre um senhor que tinha ameaçado e morto a mulher lá para o norte do país. Depois entregou-se e pronto, deixou 5 filhos cá fora sozinhos. Logo a seguir outra noticia de que dois “putos” andaram aos tiros em Lisboa. Mas em sítios diferentes. E sem terem a ver um com o outro. Um deles deu um tiro na cara a um tipo ao pé duma escola. Logo a seguir, mais alguém que tinha andado aos tiros algures no país, que eu já nem tomei muita atenção, pois já eram tiros a mais para a minha cabeça.

Este país é fenomenal!