28 outubro 2006

A questão do beijinho

O que me traz aqui hoje é um assunto muito sério. Eu não compreendo porque é que não se dá o mesmo número de beijinhos a uma senhora em qualquer parte do mundo.

Na generalidade das localidades portuguesas é comum cumprimentar uma senhora com 2 (dois) beijinhos. Até aqui tudo bem. Não há nenhuma face da cara que se possa queixar, pois a outra teve o mesmo tratamento.

Continuando, em Cascais é comum só se dar 1 beijinho. Porquê? E já agora, de que lado? (já para não falar quando são dados a 1 (um) metro de distância) Porque raio só uma das faces tem direito ao beijinho? Alguém me explica?

Prosseguindo, já ouvi dizer que em várias locais de mundo é comum darem-se 3 (três) beijinhos. Coloco a mesma questão da situação anterior: Porquê três? Como é que se faz? Dá-se um em cada lado e depois escolhe-se o lado em que soube melhor e dá-se o terceiro? Como é? Não entendo! Não entendo mesmo!

Para finalizar, em França (em alguns locais desse país) é comum darem-se 4 (quatro) beijocas. Que palhaçada, perdoem-me a expressão. Uma estupidez completa, uma pessoa anda ali a virar a cara de um lado para o outro uma quantidade de vezes escusadas. Quando já podia ter dito “Bon jour! ça va?” umas duas vezes. Para além de que, depois temos de pegar no lencinho e limpar a baba que nos fica nas bochechas (o Mário Soares, coitado, aquilo devia ficar lá armazenado durante uma quantidade de anos infindável).

Moral da história:
Eh pá, façam lá uma conferência como fizeram acerca do ex-planeta do sistema solar, Plutão, e decidam-se por quantos beijos se deve cumprimentar uma senhora e uniformizem isso no mundo inteiro.

12 outubro 2006

Aqui vai um post sentimentalista

Depois deste título, devem pensar: “este gajo aumentou as doses...” Não! Decidi mesmo fazer um post sentimentalista.

Eu tenho uma vizinha que é uma autêntica heroína. É verdade! Naquela rapariga, parece que os dias têm mais de 40 horas. Não sei como o faz, se não dorme, se não come ou se não faz mais alguma dessas coisas que temos de fazer todos os dias (obviamente não coloquei tomar banho, pois isso é uma actividade semanal e não diária). O que é facto é que ela tem tempo para tudo. Ela tem aproximadamente 20 anos, trabalha, é estudante universitária, e tem umas quantas responsabilidades na universidade que frequenta, para além de outras tarefas que prefiro não especificar. (Em que estão a pensar suas mentes depravadas??? Não, não é prostituta... Ai, ai) Como dizia, ela trabalha, cerca de 5 horas diárias, isto depois das aulas, que também são nessa média de 5 horas diárias, em transportes perde cerca de 3 horas por dia. Fazendo as contas, já vamos em 13 horas. Das outras 11, podemos tirar 1 hora e meia ou 2 para as 3 refeições, ou pequenos momentos de alimentação. Admitindo que usa 1 ou 2 horas para estudar, chegamos à conclusão que lhe sobram 7 ou 8 horas, onde algum desse tempo é dedicado “às tarefas que preferi não especificar”. Tudo o que sobra é para descansar/dormir e aproveitar para um pouco de lazer. Como disse, uma autêntica heroína.

Aqui lhe deixo a minha vénia, não esperando que isto seja lido pela pessoa a quem fiz referência, mas dando a conhecer aos leitores que conheço um “Super-heroi”. Sim, porque eles agora andam na moda.

De volta... ao BES

Caros leitores, este blogue está a tombar para a estupidez (desde que foi criado, mas agora mais). Há cerca de 15 dias e alguns minutos que eu não escrevia algo para isto. E agora, vocês perguntariam: "e porquê?" … Vou admitir que o fizeram e vou responder: porque o tempo é escasso e os dias só têm 24 horas, mais ou menos.
Mas desta vez vou fazer um pequeno “post” com algo que ouvi hoje durante uma aula (de Análise Matemática, penso):
– Porque é que houve um indivíduo que decidiu assaltar o BES em Setúbal?
– Como não ganhou a lotaria nem tinha pais ricos, foi a BES!
Acredito que 95% dos leitores já soubessem desta, digamos, adaptação ao anúncio televisivo, mas não pude deixar de a publicar.
P.S.: Visitai este blogue: Basofelog. Está de uma qualidade incrivelmente fantástica, a não perder.