27 setembro 2006

Este é realmente sem graça...


Aí está uma das melhores aplicações que por aí andam. A par de Azureus e eMules e tal. Esta imagem dá a conhecer um pouco de mim, pois mostra algumas das coisas que eu gosto de ver. De notar várias dessas coisas:
1º Tudo o que está naquela lista, são filmes ou séries. Os filmes são os "recentes" que ainda não possuía, ou que estava à espera de uma versão com boa qualidade.
2º Uma das séries listadas (marcadas com uma espécie de roxo) é o Dr. House. Uma série que aconselho vivamente a todos. Já possuo as 2 primeiras temporadas e agora estou em vias de possuir a 3ª, que tem passado nas últimas semanas nos States. Em Portugal esta série pode ser vista na TVI (canal que não recomendo a ninguém, excepto estes 45 minutos semanais).
3º A outra série listada é a/o 24 (a azul). Série premiada pelos Emmys, e com justiça. Prestes a começar a 6ª série nos USA e a meio da 5ª em Portugal. Como não tive oportunidade de ver as 4 primeiras temporadas na TV decidi “apoderar-me” delas. Neste momento apenas da 1ª e 3ª, depois espero que por lá disponibilizem as 2ª e 4ª. A 5ª já cá canta.
4º Como podem ver, está praticamente tudo a 100% o que significa que está apenas para ser partilhado, assim que puder. O pior é que eu quero e não consigo partilhar. Está sempre tudo a (verde) 0.0 KB/s (zero kilobytes por segundo). Ou então não me deixam porque está muita gente a partilhar esse ficheiro e como eles criaram um limite do número sementes (*) para cada ficheiro, não posso ultrapassar o limite.
5º Dois filmes recebidos há pouco tempo e com menos de 1 mês de sala (a amarelo). Ainda não os vi, porque ainda não arranjei legendas totalmente em português. Mas estão lá para serem partilhados, coisa que raramente consigo fazer.
6º Por último e estranhamente (vermelho) a velocidade do filme "Missão Impossível III" (que já tem alguns meses, mas que eu ainda não tinha visto nenhuma versão com boa imagem), que é muito acima do normal que costumo ter. Deve ter passado algum Pai Natal pelas linhas da "Internet" (esse bicho mau…) e fez com que as 45 Sementes (*) ficassem ligadas a mim. Como a média, de quando estou ligado a cerca de 50 sementes, não costuma passar dos 60 KB/s, achei este momento de alegria muito peculiar (se alguém pudesse comentar e dizer o significado deste termo agradecia, para saber se foi bem empregue).
(*) Semente – Utilizador com o ficheiro concluído a 100% e a partilhá-lo
P.S.: Peço imensa desculpa pela qualidade deste post/artigo/qualquer_coisa. Mas eu tinha de dizer que me senti bem por a média geral (30 KB/s) a receber ter subido mais de 500% ainda que por apenas alguns minutos.
P.S. 2: Reparei depois de fazer o upload da imagem que não se percebe tudo, portanto peço-vos que acreditem no que digo.
P.S. 3: Os dois filmes são o “You, me and Dupree”, em português: “Tu, eu e o Emplastro” (estranho ?!) e “World Trade Center”, sem tradução. Não entendo porque não traduziram este. Podia muito bem ser o “Centro de Comércio Mundial”, ou traduzido como costumam fazer com a maioria dos filmes: "A Pantera Cor-de-rosa" ou "A prisão sem atrito" (este será outro post a fazer um dia destes…)
XBox: Usem mesmo o BTuga. É muito bom! Parabéns aos criadores.
XBox 360: Também podem usar o Azureus, o sistema é semelhante, apenas o facto de funcionar com "torrents" de trackers internacionais.
P.S.P.: Quando ao título do post/artigo/qualquer_coisa, não foi minha intenção afirmar que isto alguma vez teve graça, coisa que não admitiria, por não cumprir com as normas do blogue.
Game Boy Advance: Notei também, que se carregarem na imagem ela aparece em grande. Milagre do bicho da “Internet”

26 setembro 2006

Mourinho em grande

Pois é, meus caros(as) leitores(as), o Sr. José Mourinho faz de paraquedista.



Depois de trabalhar na bolsa, o treinador português dedicou-se à aventura...
"Cada vez mais alto, cada vez mais alto, cada vez mais alto" na minha consideração.

23 setembro 2006

Porquê?

Depois da febre do Multibanco, tenho outro assunto, sobre o qual gostava de me indignar:
“As chamadas de 2 segundos!”
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Eu até aceito aqueles telefonemas em que nós ligamos e do outro lado a pessoa diz “Desculpa, mas agora não posso” e conclui com “liga-me daqui a x minutos” ou “eu já te ligo” (prefiro esta última). Mas aqueles telefonemas, em que estamos apenas a dar dinheiro aos operadores, com esses eu não compactuo, nunca compactuei e nem alguma vez compactuarei.
Tem algum jeito, nós telefonarmos a uma pessoa, ela atende e desliga no segundo seguinte? Graças a essa atitude eu já devo ter gasto alguns 4€51, se não estou em erro. Só hoje foram 0€49, porque dois indivíduos (bestas, vá…) decidiram proceder a esta actividade. Agora vocês dizem “Ah e tal, mas foram só 0€49”, e eu digo “Só? Deves andar a plantar dinheiro em casa! Larga a droga, pah!” (o “pah!” é muito importante, é o fim da string = frase). Meus amigos, 0€49 dá para 98% de um café nos sítios normais, e 50% nas estações de serviço das Auto-estradas.
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E quem é que ganha com isto?
São senhores, como o Pinto Balsemão e outros tantos, que vivem à custa do proletariado. Esta é a realidade. Cambada de gatunos. É o que eles são!
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E de quem é a culpa?
A culpa é dos indivíduos que atendem chamadas e desligam no segundo seguinte.
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Portanto meus amigos, vamos lá a ser poupadinhos e fazer os outros pouparem dinheirinho, que ele é muito precioso.

16 setembro 2006

Oração do pára-quedista

Decidi criar uma oração para todos os pára-quedistas. Está disponível apenas em 2 línguas: Português e Latim.
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Em português:
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Pára-quedas meu
Que estás nas costas,
Santificado seja o teu arnês.
Venha a mim o teu batoque,
Sê aberto à tua vontade,
Assim a 10.000, como a 2.000 pés.
A calote minha de cada dia me salvai hoje.
Perdoai-me as más saídas,
Assim como eu perdoo aos instrutores que me empurram
E não me deixeis vir em queda livre até ao chão.
Livrai-me da chuva e dos ventos fortes.
Amen.
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Em latim:
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Para-quetis mino
Qui es in costis,
Santificetur nomen arnetus.
Adveniat regnum tuum batoqui,
Fiat abertis tua
Sicut in 10.000 et in 2.000 petis.
Calotem minas supersubstantialem da salvati hodie
Et dimitte minas saitas malas
Sicut et iu dimittimus instrutorem empurrati mino
Et ne mis inducas in quedi livrum unt chani.
Sed libera nos a chuvi et forti ventum.
Amen.
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Notas:
Arnês – A mochila que transporta o pára-quedista.
Batoque – Pequeno objecto que segura a calote, e que quando é puxado, faz com que a calote seja extraída.
Calote – Pano preso ao arnês por fios.

Vai mesmo levar tau-tau

Situação:
Imaginem-se no fim do vosso primeiro semestre do curso de Informática. E uma das cadeiras (no caso SD - Sistemas Digitais), dá-vos um trabalho de grupo digno de um aluno de Electrotécnica. No entanto, vocês tentam fazer esse mesmo trabalho (que supostamente teria um prazo de 2 semanas) numa semana, pois o enunciado tinha sido disponibilizado com atraso. É anunciado que um dos Engenheiros da Cadeira se disponibiliza para ficar na faculdade durante a noite, para “tirar dúvidas”.
Avaliação até ao momento:
Até aqui tudo bem, apesar de ser um trabalho exagerado para o curso que é.
Para um aluno de Engenharia Electrotécnica é um bom trabalho de avaliação, no entanto, para um aluno de Engenharia Informática, é um trabalho que o priva de resolver outros trabalhos mais relacionados com a sua área. O enunciado era igual para ambos os cursos mencionados.
Passos seguintes:
Quando me dirijo ao gabinete do mencionado Engenheiro deparo-me com um Ser com tendências estranhas. Senta-se com a perna cruzada e a tocar no chão (como as fêmeas), usa as mãos como aquele Ser derivado do Ser Humano, ao qual chamam Castelo Branco, entre outras características dessas espécies. E como se isso não bastasse, tinha sido esse mesmo “Engenheiro” a fazer o enunciado do referido trabalho.
Passado dois meses, quando saem as notas desse trabalho, observo um seis virgula qualquer coisa, que contrastava com dois dezoitos e um quinze nos outros três trabalho dessa mesma cadeira, eu penso “C@brã# do Engenheiro Gay, há-de levar tau-tau”.
Actualidade:
Passado cerca de um ano, decido retomar uma das minhas actividades predilectas (para além do pára-quedismo), que é a esgrima. Quando me aproximo do ginásio, noto, ao longe, umas atitudes suspeitas. Dou uns passos na direcção do indivíduo e reconheço imediatamente a sua “fronha”. Era o Engenheiro do trabalho do seis virgula qualquer coisa.
O que estou a fazer:
Neste momento estou a afiar o meu sabre e a prepará-lo para o primeiro e único combate que farei com aquele Senhora. Único, porque decerto não quererá lutar (é este o termo) comigo novamente. E não vou fazê-lo apenas por mim! Vou fazê-lo também pelos outros 120 colegas que se submeteram aquela tortura! A justiça tem de ser feita, e eu, como Capitão América (já fui tratado como tal, durante vários meses) tenho que a repor.
O objectivo é a decapitação.

O Multibanco

Actualmente fala-se em clonagem de cartões Multibanco. Mas penso que há outro problema, mais importante, referente a essas máquinas que “dão dinheiro”. Na minha opinião, todas as máquinas deviam ter uma caçadeira de canos cerrados pendurada na parede ao lado. E agora vocês perguntariam porquê. E eu vou tentar responder.
Esta semana tive, infelizmente, de ir ao banco. Tinha de levantar uns documentos no balcão, e tinha de fazer um pagamento no Multibanco. Quando me aproximo do recinto do estabelecimento bancário, noto que está uma Senhora a fazer uso da máquina Multibanco, opto portanto por fazer o levantamento do documento primeiro, e só depois o pagamento na máquina, na esperança de que, quando saísse, o Multibanco já estivesse livre. Tiro a senha e espero, ao contrário do que se possa pensar, apenas 5 ou 7 minutos. Rapidamente me deram o que pretendia. Qual não é o meu espanto, quando me volto a aproximar da caixa Multibanco e me deparo com a mesma Senhora. Esperei ainda uns 3 minutos. Vejam lá, que até me cresceu a barba, cerca de 1 milímetro. Só para terem assim uma noção do que me custou. O que eu não envelheci, meu Deus. Eu até percebo que as pessoas queiram pagar as suas contas, e fazer levantamentos e outras transacções, mas considero que neste caso uma caçadeira era o ideal.
Não é a primeira vez que vejo pessoas a esticar a corda no Multibanco. Tudo bem, que quando estamos sozinhos, podemos brincar com a máquina e fazer desenhos no ecrã, mas quando há pessoas há espera, fazemos um ou dois movimentos bancários e damos a vez a quem se segue, que provavelmente vai demorar 1 minuto, porque só quer carregar o telemóvel.
Mas que raio é que leva 8 a 10 minutos a fazer? A Senhora deve ter experimentado todos os menus da máquina.
Portanto, meus amigos, comecem a levar capacetes para os Multibancos, para poderem dar cabeçadas a quem esticar a corda. É o que penso.

11 setembro 2006

9/11

Foi há 5 anos. Foi há exactamente 5 anos, que o mundo mudou. E eu sei a história toda. Sei-a porque tenho 2 filmes que contam tudo e eu já os vi. Minto, ainda não os vi, mas sei a história na mesma. E vou contar como foi difícil suportar o momento, apesar de ter trazido coisas boas.
Foi assim. Estava eu em casa, a tomar o belo almocinho, e diz aquele senhor com as orelhas grandes da RTP: “Acabamos de receber a informação da CNN que o World Trade Center foi atingido por um avião” e o meu primeiro pensamento de puto de 15 anos que eu era foi: “Estes americanos são mesmo parolos… nem para pilotos têm jeito”. Decidi então mudar para o canal CNN, para confirmar se era verdade o que o senhor das orelhas grandes tinha dito. Mudei e dizia a rapariga que lá estava: (tradução) “É verdade. O que o senhor com as orelhas grandes da RTP estava a dizer é verdade.”. E eu pronto, fiquei esclarecido. Achei muito mal aquilo ter acontecido, até porque os aviões são caros, e os prédios também. E agora vocês dizem: “Ah, mas os americanos têm muito dinheiro” e eu respondo: “Ok, mas não pagam cimento com petróleo”. Também acho mal a hora marcada para os ataques. Começaram as 8:47 em Nova Iorque, 13:47 em Portugal continental. A essa hora grande parte da população estava a acabar de almoçar, e faz sempre mal a digestão ver coisas daquelas. Isto, para as pessoas que tinham televisão.
Mas estes ataques trouxeram coisas boas para o Mundo, a primeira foi nesse mesmo dia não se ter falado em Big Brother. Depois, a partir desse dia, foi comum ver as pessoas serem alvo de revistas minuciosas nos aeroportos, e isto é bom, porque a dada altura víamos mulheres lindas de lingerie a passar a roupa pelos detectores de metais. Também gostei bastante da reacção dos americanos, que foi: “Não compactuamos com actos terroristas” e passado 2 horas estavam a chover bombas no Afeganistão. E como o Afeganistão não chegava, passado uns meses decidiram atacar o Iraque para roubarem as armas de destruição maciça que lá deviam estar. Mas os americanos são tão parolos que ainda não as encontraram.
Por penúltimo e para mostrar que não somos assim tão maus, os ataques foram há 5 anos e a reconstrução do local já vai no piso -10 (menos dez), como eles querem fazer um edifício com quinhentos e tal metros, deve dar para eu levar os meus netos à inauguração.
Por último e mais importante:
Este artigo não tem como objectivo menosprezar os americanos, nem as vitimas dos atentados de 11 de Setembro. Repudio todo este tipo de acontecimentos e mentalidades terroristas (apesar de ter um amigo, que é primo do irmão do 18º filho do Osama). Mas como sou da opinião que se deve poder fazer (ou, neste caso, tentar fazer) comédia com todos os assuntos, decidi arriscar.

10 setembro 2006

Maravilhas


Eis as duas melhores coisas que um homem pode fazer, feitas ao mesmo tempo e apanhadas por uma fotografia: Cagar e Saltar.

O rapaz que só queria comer qualquer coisa

Era uma vez um belo rapazinho, muito trabalhador e cheio de fome. Certo dia, ao sair do seu emprego, já a noite ia longa e os grilos cantarolavam que nem a Amália e a Mariza juntas, ele decide entrar num estabelecimento moderno e com a qualidade de “tasca do Zé”. Como neste mundo impera o “comer devagar” e o “comer saudável” o rapazinho decidiu pedir um cachorro quente, mas sem os nutrientes e as vitaminas. Para tornar o manjar mais saudável decide-se por lhe acrescentar um pouco de mayonnaise. Mas não era uma mayonnaise qualquer, era uma mayonnaise que, como é habitual em estabelecimentos de nível semelhante, já tinha passado do prazo. Após um rápido raciocínio concluiu: “depois de tudo o que já me fizeram (1), não vai ser isto que me vai matar”. Ele acaba de comer o saudável alimento e olha para o seu copo de cerveja (2), como este ainda ia em meio depósito, vê-se tentado a outro alimento ainda mais saudável, uma tosta! Esta veio como um dos hemisférios terrestres achatado, isto é, gelada no centro (como nos pólos) e tórrida nas pontas (como nos trópicos). Mesmo assim ele opta por comê-la. Ainda as tricas não tinham saído dos “trópicos”, quando ele se depara com um elemento capilar de um qualquer funcionário do referido estabelecimento. Como há 3ª é de vez, vê-se obrigado a chamar o empregado de serviço e relata o ocorrido. Este rapidamente se prontificou para trazer o hemisfério que faltava (leia-se, outra tosta no mesmo estado). Mas o rapaz não quis, preferiu comer a parte “boa” da tosta, na esperança de ser beneficiado na “continha” final. Teve azar, como se tratava de um estabelecimento unicamente explorado por portugueses, a vergonha e o bom senso ficam à porta. Logo, a conta veio completa e com IVA.
Eis a factura:

Conclusão, quando isto vos acontecer, o que devem fazer é:
- Aceitar a nova tosta, e enquanto esta é preparada terminar a outra e fotografar o cabelo e a data da mayonnaise.
- Verificar se a nova tosta está em “bom estado” e comê-la.
- Quando for apresentada a conta negociar deste modo:
“Prefere que eu pague e escreva no Livro de Reclamações ou ficamos por aqui?”
- Se o funcionário do respeitável e asseado estabelecimento “começar com coisas”, mostramos as fotos às autoridades competentes (Inspecção-geral de Saúde, Sociedade Portuguesa de Barbeiros e Centro de Consumidores contra Mayonnaises fora do prazo).
(1) A face deste rapaz já foi um alvo apetecido por malucos mentais, ele já foi circundado por um gang com insónias, entre outras coisas…
(2) Que outra bebida podia um típico português beber?
Quero também deixar uma palavra de agradecimento ao individuo que me relatou o sucedido, por ter compartilhado o seu momento doloroso comigo e com os restantes 3 leitores deste blogue.

04 setembro 2006

“Euromilhões” !?

Mais um feliz contemplado no nosso país. Somos talvez, o país da Europa a 50 (aquela de Lisboa a Moscovo) com mais Euromilionários deste tipo.


Chamam-lhe "notas de débito” mas não é mais que um boletim deste “Concurso”, chamemos-lhe assim, que nos permite levantar o prémio. Neste caso não foi 1, não foram 2, não foram 5, não foram 10, mas sim 20! Foram 20, os cêntimos que calharam em sorte ao dono deste boletim.

Quem não gostaria de receber 20 cêntimos?

Com 20 cêntimos podemos:

- comprar 2 pastilhas

- 1/3 de café (2/3 no meu local de trabalho)

- 4 rebuçados,

ou até

- 1 pastilha (esta é das com recheio).

No fundo, um prémio grandioso.